Trilha sonora da leitura

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Grávido



Sinopse: Em cena, os atores Marcelo Laham e Fábio Herford “suam a camisa” no sentido de atuarem com uma interpretação que exige grande esforço físico para dar vida da forma mais hilária possível às mais variadas situações. Desde o esforço hercúleo para entreter o novo ser que ainda engatinha e colocar para dormir até as intermináveis listas de compras de objetos e produtos de higiene infantis. Em meio a trapalhadas e incertezas, os pais modernos ficam às voltas com questões, como parto normal ou cesariana e até com a difícil tarefa de dividir o afeto da mulher com o ser que chegou para mudar suas vidas para sempre.
A montagem divide com a plateia as inúmeras possibilidades existentes ao enfocar a gravidez e a criação dos filhos sob a perspectiva masculina.  “Contar o que acontece na vida deles cria um contexto muito propício tanto para uma crítica quanto para uma autoavaliação de toda a situação, fazendo com que o espetáculo seja bem divertido, cheio de ternura e poesia, ao mesmo tempo”, explica a diretora Alexandra Golik.

Ficha Técnica:
Texto: Gustavo Kurlat, Marcelo Laham e Fábio Herford
Elenco: Marcelo Laham e Fábio Herford
Direção: Alexandra Golik
Produção e comunicação virtual: Gabriela Sanchez
Direção de Produção: Roberto Monteiro / Fernando Cardoso
Realização: Mesa 2 Produções

A peça se inicia de uma forma um tanto quanto dark onde Marcelo Laham começa a questionar se morreu e se encontra no “Nosso Lar”, logo nesse ponto a peça ganhou meu respeito, não por tratar de espiritismo, mas sim tratar com o respeito necessário que se envolve ao citar qualquer religião.
Em seguida começa de fato a peça e daí em diante até praticamente o final acredito que não fiquei um momento sem rir. Durante o espetáculo existem vários atos nos quais o espetáculo é sub- dividido, ou seja, existe a banda de rock de pais cujo os filhos andam e aprontam muito, uma das partes mais divertida da peça. Também existe uma simulação de um programa de TV preparado para treinar militarmente os pais para o que o futuro os reserva. Sem dúvidas essa parte conta com um humor mais explícito.
A interatividade com a plateia também precisa ser citada, pois conforme nós, plateia, rimos ou não, aplaudimos ou não, respondíamos ou não, eles seguiam por um caminho ou por outro. Isso me agradou muito, em vista que, todas as vezes que eu não estava quase chorando de rir eles mudavam o foco e eu voltava a rir.
Sem dúvidas é uma comédia que vai muito além de um simples humor, ela possuí um humor inteligente e o fato de ambos os atores serem pais contribuí muito para veracidade da peça.
Acredito que não exista muito um padrão durante o espetáculo e que por esse motivo é possível assistir por mais de uma vez sem se cansar, mesmo porquê a versão criada para as músicas infantis deveria ser gravada e virar um CD, mas para saber mais sobre a peça vocês terão que vê-la e comentar aqui.
Beijos,

Fonte:Site Oficial 
Ela está em cartaz a partir do dia 20.04.
Sexta às 21h
Sábados às 22h
Domingos às 18h

Ingressos:
sextas R$40 (inteira) e R$20 (meia entrada) sábados R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada) 
domingos R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia entrada)

Teatro Gazeta
Av. Paulista, 900 - Térreo
Próx. ao Metrô Trianon | (11) 3
253-4102

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Amigas, Pero no Mucho


Oi lindos!
Esse final de semana tive a oportunidade de conferir essa peça que foi sucesso de público em sua primeira apresentação e agora está de volta para fazer mais pessoas se divertirem! O texto é da maravilhosa dramaturga e jornalista Célia Regina Forte, sob a Direção José Possi Neto, composição musical de Miguel Briamonte. As amigas são: Olívia, uma antiga rica que adora se iludir em sua mundo cor de rosa, interpretada pelo Nilton Bicudo; Sara, uma filha de político que não tem medo nenhum de ser mais que sincera e tem compulsão por fumar, ganhando vida pelo ator Alex Gruli; Fran, uma mulher um pouco mais velha que tem os hormônios a pleno vapor e muito muito senso de humor, na pele do ator Elias Andreato; e por fim a mais sensata e amiga de todas Débora, que ganha vida pelo ator Léo Stefanini. É claro que não poderia deixar de comentar sobre quem narra e traz todo um acompanhamento musical a essa peça: Jonatan Harold.
Nessa comédia interativa onde se ri em 90% da peça é impossível não querer mais! O que mais me surpreendeu na peça foi que apesar de ser carregada de humor ela conseguiu me transmitir mensagens: como que amigas, por mais diferentes que sejam e por menos que se gostem, são coisas para sempre e muito importantes, realmente pessoas raras.Cada amiga tem um defeito, uma qualidade, um ponto de vista, porém todas conseguem te cativar e mostrar através do humor que não existe jeito errado de viver. 
Acredito que em cada momento do espectador ele se identifique com uma amiga, no meu caso, foi com a Sara, achei-a maravilhosa em sua sinceridade e seu sarcasmo, além de ser realista e sensível.Estou louca para ver a peça de novo e curtir um pouco mais dessa personagem que tanto me cativou! 
Acredito que ela transmita uma sensação diferente a cada pessoa, o que posso dizer humildemente é que ela me ganhou totalmente, os minuto pareceram não existir e a cada ato a peça me ganhava mais e mais. Por isso super indico! Vale a pena dar uma conferida no Eldorado, deixo aqui no final do post datas e horários. 
E claro uma perguntinha para quem for ver comentar aqui: "Qual amiga é você?"
Beijos,



TEATRO DAS ARTES
Shopping Eldorado - Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado, 3º piso

Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 19h


Ingressos: Sexta R$ 40 | Sábado R$ 60 | Domingo R$ 50
Duração: 70 minutos
Recomendação: 14 anos

Reestreia dia 12 de abril 
Temporada: até 26 de maio

sábado, 16 de março de 2013

Princesa de Gelo - Thayane Gaspar Jorge



http://skoob.s3.amazonaws.com/livros/188986/PRINCESA_DE_GELO_1338575607P.jpg



Ficha Técnica.
Título: Princesa de Gelo
Autor: Thayane Gaspar Jorge
ISBN: 978856558140
Editora: Modo
Número de Páginas: 147
Sinopse: Ela fugia do amor como algo necessário a sua sobrevivência... "Alessa não tinha um coração! Acredite, é verdade! Até nos momentos em que a adrenalina prevaleceu em seu sangue fazendo - o trabalhar mais rápido, ela o negou; deveria ouvi-lo bater ou ao menos senti-lo, mas é como se seu coração não fizesse mais nada além de pulsar o sangue para que o corpo, ligado a uma alma mórbida, continuasse
respirando. Feitiço. Magia. Encanto. Poções. Bruxaria???
-Não! Apenas um coração e sua simplória maldição."



Alessa sempre foi uma garota muito normal, até que em um dia seu coração começou a se transformar, e ao invés de ser aquele músculo pulsante, repleto de sentimentos, ele se tornou uma pedra do mais duro gelo. E quando isso a aconteceu se viu em um lugar diferente de qualquer outro, um lugar dentro dela mesma onde ela sabia que poderia confiar novamente nos outros, mas esse local era cercado de tantas camadas de gelo que ela acreditou que jamais se veria ali novamente. 

“[...] Há coisas as quais não vemos com o par de olhos em nossa face, mas com o coração." - Página 31

Ao chegar ao topo do desespero, no topo da dor, ela não mais suportou e em um dia corriqueiro ficou na escola até muito mais tarde, quando não havia mais ninguém. E com uma lâmina cortou os pulsos deixando o que tinha além do gelo fluir para fora de seu corpo. Para infortúnio dela um jovem chamado Eric Lacrov se depara com a cena e clama por ajuda e ai ela não se lembra de mais nada, até o hospital onde percebe que foi incapaz de se matar. 
Quando ela finalmente volta para escola, com ataduras ao redor dos pulsos todos olham para ela e parece que o gelo apenas cresceu até Eric começar a falar com ela direto e um dia lhe obrigar a lhe ensinar redação, sendo assim, vendo-o todos os dias após as aulas, o gelo começa a ceder, mas um simples garoto poderia acabar com uma camada tão grande e resistente de gelo? Apenas a Alessa poderia lhe responder.

"O barulho dos carros, a movimentação tudo fora suspenso. As palavras dele me hipnotizaram, fizeram-me perder o controle dos movimentos, dos meus pensamentos. Ele acreditava que eu recusaria um beijo. [...]" - Página 25.

Com narração em primeira pessoa, é muito difícil não se envolver nessa trama, pois o leitor é capaz de sentir o gelo que ela sente, de sentir a dor e a tristezas dela, o que torna tudo mais complicado, não apenas para ela, mas também para o leitor.
O livro é tocante de uma forma única, pois ela não quer apenas chocar a sociedade ou ser diferente, ela realmente sente aquilo, aquela dor, e ela quer achar um modo disso parar, é apenas isso, uma garota confusa, não uma completa louca ou ainda alguém que siga "modinhas".
Princesa de Gelo é um livro que posso descrever apenas como intenso, pois não acredito que caiba em nenhuma outra palavra. Pelo seu tamanho é possível ler em pouquíssimo tempo e por isso acredito que se possa viver de forma mais intensa ainda a história proposta. 
Os personagens são bem construídos tanto fisicamente quanto nas características sentimentais, assim como eles também são realistas, pois apesar de tudo Alessa não é uma garota sem emoções, ela apenas não as demonstra, assim como tem opinião própria. Já Eric apesar de gostar de Alessa não faz papel de bobo e muitas vezes pergunta qual o problema dela.
Sem dúvidas, o livro entrou para os meus favoritos, já que ele une romance, adolescência, uma grande pitada de filosofia em poucas páginas e em uma grande história.
Indico para todos que gostam de um bom romance, filosofia e claro, uma garota um tanto quanto complicada.
Beijos!
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Tudo o que mãe diz é sagrado - Paula Corrêa


 

Oi queridos!
Hoje eu trouxe duas novidades para vocês! A primeira é o mais novo lançamento da Leya " Tudo o que mãe diz é sagrado" de Paula Corrêa.
Por isso, vamos conhecer um pouco dessa história:
Considerada uma das autoras mais promissoras da nova geração, Paula Corrêa apresenta aos leitores um relato poético de amor, medo e dor após a morte de sua mãe.
“Ela é entre os novos (e inéditos) que tenho lido, uma de minhas favoritas. (Ela faz) uma literatura agressiva, mas que em lugar de ferir e raspar, deixa um travo na boca. Um travo que permanece por longo tempo, até incomodar demais e a gente perguntar: o que está havendo? E então reler de novo. E reler até descobrir e perguntar: como ela faz isso?” – Ignácio de Loyola Brandão
“Toda morte de quem amamos é uma amputação. Todo luto uma regeneração. Para Paula Corrêa, porém, estas são também literalidades. A mãe levou com ela tanto – e também um pedaço do seu corpo. Neste livro, a autora se regenera pela palavra escrita. Poucas vezes alguém foi capaz de transformar o absurdo da morte em algo tão belo. E tão vivo.” – Eliane Brum
A editora LeYa lança, em março, “Tudo que mãe diz é sagrado” da jornalista e poeta Paula Corrêa. Autora do blog Calotas, criado em 2007 – logo após a morte de sua mãe –, como uma forma de aliviar a dor e o vazio da perda, sua escrita apaixonada e visceral nos textos publicados no blog renderam este livro, que é um misto de memória, poesia e desabafo.
A autora tem dois livros publicados, o primeiro, In Vitro, lançado em 2004, e o segundo As calotas não me protegem do sol, edição de autor costurada à mão e com desenhos da artista Amanda Justiniano, em 2010.
“Talvez tenha sido eu. Foi minha mãe que morreu há pouco, com um pouco de mim. Ou talvez tenha sido muito.”
A morte é uma das poucas coisas que o ser humano não entende, tampouco pode explicar, mas precisa suportar. Perder um ente querido pode ser uma ferida que jamais cicatriza, uma dor lacerante que nunca ameniza, mas perder a mãe – aquela pessoa ligada a você por laços inquebráveis, pela beleza dos gestos e pelo amor incondicional – é um vazio que nada, nem mesmo o tempo, podem preencher.
“Quem não daria um pedaço de si para salvar a vida de quem lhe carregou na barriga e lhe gerou, num sacrifício que é a gestação, os primeiros meses, a dor no peito, a perda da privacidade e a doação infinita de amor que é a maternidade?”
Dizem que uma mãe jamais deve enterrar um filho, mas um filho não pode suportar a morte da mãe. Para Paula essa dor foi um caminho longo e cruel. Sua mãe sofria de uma doença crônica, e por complicações, precisou de um transplante de fígado, – Paula era compatível, uma ligação única de mãe e filha – mas o organismo debilitado não aguentou.
“Eu não encarei o sepultamento. Olhei para o chão, derrotada. Sairia gritando, chutando o mundo, se tivesse saúde. Mas quando a perplexidade e a tristeza são muito grandes, ficamos em silêncio. Não dá para gritar. Falta espaço, vontade, coragem, voz. Não há necessidade, ninguém irá ouvir. Ou melhor, todos escutarão, menos aquela para quem você grita.”
Apesar de todo sofrimento, foi no momento mais obscuro de sua vida que Paula encontrou a poesia nas pequenas coisas do cotidiano, seja na beleza da cidade de São Paulo, fria e acolhedora ao mesmo tempo, nas conversas descontraídas com D. Maria Emídia na praça ou no convívio com Astor, seu fiel amigo e alívio para as horas de solidão. Quando a vida parece perder o sentido é quando começamos a enxergá-la com mais clareza, “Tudo que mãe diz é sagrado” é uma celebração da verdadeira arte que é viver.
 E agora vamos conhecer um pouquinho de Paula Corrêa. Ela nasceu em São Paulo. Publicou dois livros de poesia independentes. O primeiro, In Vitro, foi lançado em 2004. O segundo, de 2010, As calotas não me protegem do sol, foi uma edição de autor costurada à mão, em edição de 300 exemplares. Mantém o blog calotas.blogspot.com.
 E agora a segunda novidade! O lançamento irá rolar na Livraria Cultura da Paulista, dia 22 desse mês a partir das 19 horas. Espero ver todos vocês lá!
Beijos.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Entre Amores Cruzados - Vanessa de Cássia


http://skoob.s3.amazonaws.com/livros/208592/ENTRE_AMORES_CRUZADOS_1325286914P.jpg

Sinopse: Verônica pensa que está voltando de suas crises diárias, vive em uma profunda dor, que ela mesma causa. Quando se vê diante do amor, onde tudo passa ou simplesmente some! O amor cura suas dores; Ela pensa assim. Começa a viver novamente e sentir o verdadeiro sentido da vida, fiel a ela e a seu amor para curá-la. Em sua busca ela encontra e reencontra amores, do presente e do passado. Ela se vê dividida, e decide vivenciar cada amor do seu jeito. Amando ela segue, mas só não sabe onde vai chegar esses amores. Que tanto a faz sentir-se viva, como pode ser seu verdadeiro buraco negro. Uma pequena grande mulher, tentando descobrir as aventuras e desventuras do amor... Vivendo um bom e quente triângulo amoroso. Com palavras doces, sentimentos contidos, amor corriqueiro, muita sensualidade, lutas por vencer e um grande desafio aos que lerem com carinho e dedicação, assim como foi feita essa incrível história...


Verônica era professora e trabalhava até em um laboratório, apaixonada por química e por pessoas ela se vê um tanto perdida quando uma insuportável dor de cabeça e desmaios tomam conta dela. O que ela não sabe é que ela mesma provoca essa dor. Sendo assim ela é obrigada a se afastar de seus empregos e nisso se passam dois longos anos em que ela fica deprimida e perdida em sua própria dor.
Mas tudo muda quando vê Marcus pela primeira vez, um vizinho lindo em quem ela nunca tinha reparado. Não demora muito e ela vem a descobrir que ele é um ótimo cara e se encontra quase apaixonada.

"Não posso me apaixonar agora. Eu não queria que isso acontecesse, sempre fui segura de mim e não podia da esperanças a ele, mas desperdiçar uma delicinha daquela seria crueldade. [...] Dormi sem querer.... os remédios acabam comigo!" - Página 43

Quando suas dores melhoram e sua vida parece entrar nos eixos, Verônica descobre que Marcus sempre soube de tudo da sua vida, já havia até falado com a irmã dela e que desde que ela mora naquele prédio ele a observa pela janela. Assustada por alguém saber tanto sobre ela, o namoro acaba e ela opta por ir a festa do namorado de Eduarda, uma de suas melhores amigas. 
Na festa ela se sente meio perdida, pois Eduarda está com seu namorado e Cat, gostou do primo do namorado de Eduarda. Quando ela resolve dar uma volta John, irmão do dono da festa, a encontra e eles acabam por conversar e acabar por trocarem beijos. O que Verônica não sabia é que ele tinha apenas 17 anos.
Ela gosta muito dele, mas não deixa isso ir adiante e acaba por decidir por Marcus, quando Gustavo, uma antiga paixão de colégio ressurge em seu MSN. Agora ela se vê entre Marcus, John e Gustavo, entre esses amores do passado e do presente que se cruzam fazendo de sua vida um mini caos.
No começo do livro eu tentei o máximo que eu podia entender a Verônica, porém não conseguia, e percebi que isso viria naturalmente durante o livro. E foi o que aconteceu, a cada dor de cabeça dela, a cada reclamação por algo eu entendi mais ela, pois não existe outro jeito além de mergulhar junto com ela.
Não é uma leitura tão leve quanto parece, pois o livro aborda vários temas complexos e polémicos, afinal a própria Verônica é desse modo.
Gostei tanto de cada personagem, da maioria dos pedaços da Verônica que é complicado achar um modo de poder demonstrar isso. Acredito que a maioria das pessoas pense que por ela ter problemas criados por si mesma e ser depressiva tudo poderia mudar se ela mudasse sua maneira de agir, fora isso qualquer um pode pensar que seria muito fácil escolher apenas um e ficar com ele para sempre, pois aparentemente os três são ótimos.
Só que não funciona assim na mente de Verônica, ela não sabe que está doente por sua culpa, ela acredita que aquela dor é real, assim como gosta muito de todos e não pode simplesmente escolher um. Ela é uma mulher diferente e forte, ao mesmo tempo que tem coisas que toda mulher tem e é fraca. Ela é simplesmente Verônica, não existe outra descrição.
Entre Amores Cruzados não é um livro para ser descrito, analisado ou discutido, é um livro apenas para ser sentido e indico para qualquer pessoa que queira viver e devorar um livros intensamente, pois ele te puxa para dentro dele de tal forma que é muito difícil sair. Aguardo morrendo Doce Insensatez porque sinceramente é muito raro eu me identificar com alguma personagem principal e eu acabei por me identificar, em partes, com Verônica.
Beijos.